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segunda-feira, 16 de março de 2009

Coréia do Norte anuncia lançamento de um satélite



Por: Lara Martinho
Autoridades da Coreia do Norte anunciaram nesta quinta-feira (12) o lançamento de um satélite nos dia 4 e 8 de Abril. Entidades internacionais foram comunicadas sobre a decisão da Coreia e consideram que esse teste pode dar início a uma guerra.

Os Estados Unidos disseram que podem reagir a esse lançamento e acha a atitude da Coréia provocativa. Na semana passada, a imprensa já havia noticiado que o Japão e os EUA poderiam tentar interceptar um míssil balístico disparado pelo governo orte-coreano - algo que o país comunista alertou que seria interpretado como uma declaração de guerra.
EUA e Japão acreditam que esse teste de satélite na verdade seria para disfarça o lançamento de um míssil.

Segundo a agência de notícias coreana KCNA, o Norte diz ter aderido a um tratado internacional sobre a exploração espacial, "como parte dos seus preparativos para o lançamento de um satélite experimental de comunicações".

Alguns analistas dizem que o satélite Taepodong-2 pode alcançar 6,7 mil quilômetros. Com essa distância seria possível atacar o Alasca, nos Estados Unidos, mas até hoje não foi testado com sucesso.

Um analista em defesa de Seul, Coreia do Sul, que não quis se identificar, disse que o lançamento do míssil exige tecnologia adicional, porque o míssil precisa ser capaz de reentrar na atmosfera.

A Marinha dos Estados Unidos mantêm um destroier USS Chaffee capaz de interceptar mísseis, na Coréia do Sul caso haja um possível ataque.

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Coreia do Norte acusa EUA de tramar ataque com sul-coreanos

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sábado, 14 de março de 2009

Coreia do Norte anuncia lançamento de um satélite para abril


Por: Priscilla Sousa (Mundo)

A Coreia do Norte comunicou a entidades internacionais nesta quinta-feira (12/03) sobre o lançamento de um satélite de telecomunicações entre os dias 4 e 8 de abril. Este anúncio aumentou a tensão entre autoridades mundiais e o país asiático. Estados Unidos e Coreia do Sul acreditam que o governo norte-coreano esteja, na verdade, se preparando para testar um míssil de longo alcance e consideraram esta atitude como sendo “provocativa e perigosa”.

Caso o lançamento seja efetuado, o governo dos Estados Unidos pretende reagir com o endurecimento de sanções à Coreia do Norte, que foram impostas pela Organização das Nações Unidas após o país norte-coreano desenvolver testes com armas nucleares em 2006.

Segundo o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, a notícia é uma ameaça.
– Se a Coreia do Norte levar adiante o planejado lançamento de um satélite ou de mísseis de longo alcance no mês que vêm, colocará em risco a segurança da região – afirmou o secretário.

Além dos Estados Unidos e da Coreia do Sul, o Japão também se mostrou contrário ao lançamento do satélite. Tóquio asseverou que derrubará qualquer que seja o projétil norte-coreano que se dirija ao Japão.

A Rússia informou também nesta quinta-feira, que a Coreia do Norte aderiu semana passada ao Tratado sobre o Espaço Exterior, que se refere a um acordo internacional criado em 1967 que proíbe a presença de armas de destruição em massa no espaço.

Um porta-voz do Estado-Maior do Exército Popular da Coreia advertiu que qualquer tentativa de interceptação do satélite, destinado a fins pacíficos, acarretará em uma ação de guerra. De acordo com a agência oficial norte-coreana KCNA, o regime comunista de Pyongyang notificou tanto a Organização Marítima Internacional (OMI) quanto a Organização de Aviação Civil Internacional (Icao) sobre o lançamento do foguete, a fim de garantir a segurança de navios e aviões.

Em 1998, Pyongyang suscitou uma crise internacional quando disparou o míssil de longo alcance Taepodong-1 que chegou a sobrevoar o Japão antes de cair no Oceano Pacífico. Na ocasião, a Coreia do Norte também havia divulgado que era apenas um “artefato lançador de satélites”.

Em fevereiro, fontes dos Estados Unidos e Coreia do Sul afirmaram que Pyongyang desejava testar o míssil de longo alcance Taepodong-2, que em teoria, seria capaz de alcançar o Alasca.

Os impasses nas regiões norte e sul-coreanas se intensificaram ainda mais após a posse do presidente conservador da Coreia do Sul, Lee Myung-bak, que dificultou as relações com os vizinhos do norte, paralisando as negociações sobre o processo de unificação. Diversos acordos foram cancelados pelo regime norte-coreano em janeiro desde ano, devido à decisão de Seul de associar a ajuda bilateral ao cancelamento do programa nuclear da Coreia do Norte.

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quinta-feira, 12 de março de 2009

Coreia do Norte anuncia teste de lançamento de satélite


Por Daniel Jardim (Mundo)


O governo da Coreia do Norte anunciou o lançamento de um foguete, entre os dias 4 e 8 de abril. Segundo autoridades norte-coreanas, o foguete colocará em órbita um satélite de telecomunicações. Os EUA acreditam que o lançamento seja, na verdade, o teste de um míssil de longo alcance, e julgou o anúncio norte-coreano como uma “atitude provocativa”. Algumas declarações dos líderes do país comunista sobre as afirmações americanas deixam no ar a ameaça de uma possível guerra.

Um dos fatores que aumentam a desconfiança dos EUA sobre o lançamento do satélite remete ao ano de 1998, quando o país norte-coreano testou um míssil de pequeno alcance e também alegou, na época, estar colocando um satélite em órbita. Outra preocupação sobre o míssil que hipoteticamente será lançado pelo país coreano é sua capacidade de alcançar o Estado norte-americano do Alasca.
Se o teste for mesmo realizado, autoridades de Washington planejam reagir com o endurecimento de sanções à Coreia do Norte impostas pela ONU após testes com armas nucleares realizados pelos norte-coreanos em 2006.


Além dos EUA, o Japão também se manifestou contra o teste. Os dois países poderão, inclusive, interceptar um míssil balístico lançado pelo país comunista. O governo norte-coreano afirmou que isso seria interpretado como uma declaração de guerra, e já estaria preparado para um eventual conflito. Analistas afirmam, porém, que dificilmente o país partirá para um combate direto. A imprensa oficial da Coreia do Norte declarou que está sendo vítima de uma intimidação “louca e impulsiva”, por parte dos americanos.

A Coreia do Sul também envolveu-se contra o lançamento do foguete. Seu vizinho do norte chegou à fazer ameaças veladas aos vôos comerciais sul-coreanos que passarem por seu território. Duas companhias aéreas do país do sul alteraram seus trajetos para não correr riscos. O governo sul-coreano pediu ao vizinho comunista que “retire imediatamente” a ameaça contra seus aviões comerciais.

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Fórum: Você acha que a ONU deve ser mais enérgica com a Coreia do Norte caso o lançamento do míssil se realize?


Enquete: Na sua opinião, os Estados Unidos e Japão devem tomar atitudes para impedir o teste, mesmo que possa resultar numa guerra com o país norte-coreano?

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Coreia do norte anuncia lançamento de satélite para abril

Por : Sylvia de Sá (Mundo)

A Coreia do Norte notificou entidades, nesta quinta-feira (12/03), sobre o seu plano de lançar um satélite entre os dias 4 e 8 de abril – ao contrário do que noticiamos anteriormente.

Para os Estados Unidos, a atitude é “provocativa” e, na verdade, trata-se do teste disfarçado de um míssil. Na quarta-feira, Washington declarou que poderia agir por diversos meios ao lançamento, inclusive endurecendo as sanções impostas pela ONU à Coreia do Norte, em 2006, quando foi declarado que “a proliferação de armas nucleares, químicas e biológicas, assim como seus meios de distribuição, constituem uma ameaça à paz e à segurança internacionais” (Leia aqui o texto da ONU).

Além dos Estados Unidos, a Coreia do Sul e o Japão também se mostraram contra o lançamento do satélite. A Marinha americana exibiu à imprensa seu destroier USS Chaffee, da classe Aegis, que está na Coreia do Sul e tem capacidade de interceptar mísseis.

Ainda assim, Pyongyang – a capital e maior cidade da Coreia do Norte – reafirmou seu plano de lançamento do foguete admitindo ter notificado entidades como a Organização Marítima Internacional (OMI). O Norte se justifica dizendo ter aderido a um tratado internacional sobre a exploração espacial, “como parte dos seus preparativos para o lançamento (...) de um satélite experimental de comunicações”, segundo a agência oficial de notícias KCNA.

Segundo o país comunista, todas as tentativas de impedir o lançamento serão entendidas como ameaça, assim como qualquer esforço para atrapalhar seus planos resultará em guerra. A Coreia do Norte diz estar preparada para uma guerra, ao contrário do que pensam muitos analistas, que duvidam que Pyongyang seja capaz de levar suas Forças Armadas mal-equipadas para um ataque à Coreia do Sul.
A imprensa oficial norte-coreana se diz vítima de agressões dos Estados Unidos e da Coreia do Sul, classificando as atitudes conjuntas dos dois países como uma intimidação “louca e impulsiva”, destinada a “fazer ataques preventivos de surpresa”.





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Coreia do Norte anuncia lançamento de satélite para abril



Por Hanrrikson de Andrade (Mundo)

A Coreia do Norte anunciou nesta quinta-feira um projeto de lançamento de um satélite entre 4 e 8 de abril. A notícia causou polêmica entre as entidades internacionais, pois vários analistas apontam para o início de uma possível guerra. Os Estados Unidos consideram que o projeto se trata, na verdade, de um disfarce para o teste de um míssil intercontinental, e classificam a atitude como “provocativa”.

No dia anterior ao anúncio, o governo norte-americano chegou a acenar com a possibilidade de endurecimento das sanções impostas pela ONU após testes de mísseis e de armas nucleares em 2006.

Os norte-coreanos, por sua vez, dizem estar preparados para uma guerra. Segundo a agência oficial de notícias KCNA, o governo do país diz ter aderido a um tratado internacional a respeito da exploração espacial como parte dos seus preparativos para o lançamento de um satélite experimental de comunicações.

Vários analistas garantem que não existem muitas diferenças técnicas entre o lançamento de um satélite e um teste do míssil balístico norte-coreano de mais longo alcance, pois este usa o mesmo foguete, o Taepodong-2. O teste nunca foi realizado com sucesso, mas os engenheiros acreditam que, se lançado, ele poderia alcançar o Alasca.

Em entrevista à Reuters, um analista de defesa da rival Coreia do Sul, que preferiu não se identificar, afirmou que o míssil norte-coreano depende de tecnologia adicional para conseguir reentrar na atmosfera.

- O lançamento do míssil exige tecnologia adicional, porque o míssil precisa ser capaz de reentrar na atmosfera – disse.

A Coreia do Sul, inclusive, já se prepara no sentido de interceptar o possível lançamento do satélite norte-coreano. Em parceria com os Estados Unidos, o governo de Seul exibiu na última quinta-feira seu destroier USS Chaffee, da classe Aegis, que já participa de exercícios conjuntos e tem equipamentos capazes de interceptar mísseis.

TENSÃO – A interceptação ao possível lançamento do satélite norte-coreano pode ser considerado pelo país asiático como uma declaração de guerra. Esta foi a resposta da imprensa oficial de Pyongyang, dada na última semana.

Os norte-coreanos se dizem vítimas de uma sucessão de agressões por parte dos Estados Unidos e da Coreia do Sul e repudiam os exercícios conjuntos para uma possível interceptação utilizando o destroier USS Chaffee.

As relações entre Coreia do Sul e Coreia do Norte, rivais históricos, ficou ainda mais complicada após a posse, há um ano, do presidente sul-coreano Lee Myung-bak, que deu fim às negociações do processo de unificação. Em janeiro deste ano, Pyongyang cancelou uma série de acordos por causa da decisão de Seul de ligar a ajuda bilateral ao cancelamento do programa nuclear norte-coreano.

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ENQUETE: O lançamento do satélite norte-coreano, possivelmente um teste de míssil balístico, pode culminar na Terceira Guerra Mundial?

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