quarta-feira, 1 de abril de 2009

Reforma administrativa no Senado Federal

Por: Maria Campos ( Brasil)


O primeiro secretário do Senado Heráclito Fortes ( DEM-PI)
e o diretor -geral do Senado Alexandre Gazineo. i

O ex: diretor geral do Senado, Agaciel Maia que estava no cargo desde 1995 e foi afastado no inicio de março, devido a denúncias de que não teria declarado à Receita uma mansão, em Brasília no valor de R$ cinco milhões. Na sua gestão, foi o responsável pelas modificações administrativas, extinguiu os cargos de chefias de sessão e de setor, criou 181 novas secretarias e subsecretarias, com titulares com direito a status de diretor.


O Presidente do Senado José Sarney, anunciou que vai reduzir pela metade o número de diretores da casa Legislativa, depois de uma série de denúncias que arranharam a imagem da Instituição. O peemedebista promete manter nas funções somente aqueles que merecem os postos de comando da casa. “O nosso objetivo é fazer as nomeações pelo mérito dos diretores” afirmou Sarney.

Porém, o senador negou que as denúncias tenham motivado sua decisão de exonerar os diretores e que as mudanças no senado são conseqüências das alterações administrativas que serão realizadas nos órgãos da casa. Além das mudanças estruturais o Presidente prometeu modificar a atual sistemática de votações do Senado.

Com o propósito de economizar 400mil reais por mês o secretário do Senado, Heráclito Fortes (DEM-PI), e o diretor-geral, Alexandre Gazineo, divulgaram a lista dos 50 primeiros funcionários afastados dos cargos de direção ou de funções equivalentes na estrutura administrativa da Casa. A lista das demissões foi montada considerando as peculiaridades de cada área, se o diretor de fato coordena uma equipe ou se recebeu o cargo apenas para ter aumentado seu salário com gratificação.

A Fundação Getúlio Vargas assinou um convênio com o Senado para que seja feita uma auditoria administrativa na casa. A idéia é passar um pente fino, reduzir os gastos e acabar com a crise administrativa que o Senado vem enfrentando."Vamos fazer o que for necessário e a FGV tem carta branca total para agir no que precisar”, disse o Presidente do Senado.



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